Ao despertar de forma decisiva a experiência religiosa em cada pessoa e em cada comunidade, o acontecimento da ressurreição interpela também comunicadores a acentuar essa novidade na história das religiões. E desafia o marketing, a imagem, as linguagens.
«A Morte e o Morrer entre o deslugar e o lugar. Precedência da Antropologia para uma Ética da Hospitalidade e Cuidados paliativos» é o título do trabalho de doutoramento do padre José Nuno, capelão do Hospital de São João, no Porto. Este sacerdote deseja que o seu novo trabalho “ajude a recuperar a humanidade da morte no hospital, porque a morte humanamente acolhida e vivida é a maior fonte de uma espiritualidade sadia”.
O Padre Manuel Morujão, secretário da Conferência Episcopal Portuguesa, explica à Agência ECCLESIA o percurso percorrido no projeto de «Repensar a Pastoral da Igreja», lançado em 2010, e quais os passos que se seguem nesta iniciativa.
Para que tudo aconteça ao contrário - afinal o que deseja genuinamente a pessoa humana - é necessário permitir que «Deus tenha lugar na esfera pública»