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50 anos do II Concílio do Vaticano

Notícias neste Dossier


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Luís Filipe Santos

II Concílio do Vaticano: De «Fontainebleau» aos «Lugares Santos»

Na reunião de encerramento da segunda sessão do II Concílio do Vaticano (04/12/1963), o Papa Paulo VI anuncia que iria, em Janeiro, à Terra Santa. Será a primeira vez, desde o cativeiro de Pio VII, em «Fontainebleau» (França), no reinado de Napoleão, que um Papa irá ao estrangeiro.
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Luís Filipe Santos

II Concílio do Vaticano: Será a liturgia a dimensão que mais se esbanja na Igreja?

O primeiro documento conciliar foi a Constituição «Sacrosanctum Concilium», publicado a 04 de dezembro de 1963 no encerramento da segunda sessão do II Concílio do Vaticano (1962-65). Segundo o bispo de Bragança-Miranda, D. José Cordeiro, a liturgia é a primeira “grande escola permanente da fé e da vida espiritualâ€.
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Luís Filipe Santos

II Concílio do Vaticano: Anatomia dos vasos comunicantes

Na segunda metade do século XV, Johannes Gutenberg consegue, finalmente, completar, o primeiro livro impresso: uma bíblia a duas colunas de 42 linhas em cada página, 1200 páginas na totalidade. Um passo de gigante e revolucionário no mundo da comunicação. Em poucos anos, multiplicam-se as tipografias e as letras circulam num universo mais alargado.
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Luís Filipe Santos

II Concílio do Vaticano: O embrião do decreto sobre os Meios de Comunicação Social

Com o aproximar do final da segunda etapa do II Concílio do Vaticano, os primeiros documentos deste acontecimento, convocado pelo Papa João XXIII, começam a sentir a aurora do dia. Se a constituição sobre a liturgia (Sacrosanctum Concilium) foi saudada pelos especialistas na matéria como um modelo daquilo que se pode esperar dum concílio, o decreto conciliar sobre os Meios de Comunicação Social provocou “uma certa desilusão, principalmente naqueles que esperavam outra coisa†(In: Boletim de Informação Pastoral; Número 28-29; Janeiro-Fevereiro de 1964).
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Luís Filipe Santos

II Concílio do Vaticano: A luz de Trento ainda ilumina a Igreja contemporânea

Para se ter uma noção mais profunda e fazer uma avaliação do II Concílio do Vaticano é fundamental ter presente os dois que o precederam: O I Concílio do Vaticano e o Concílio de Trento.
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Luís Filipe Santos

Albert Camus: Um hóspede privilegiado do «Ãtrio dos Gentios»

Ao fazer uma análise do cristianismo da primeira metade do século XX, o bispo do Porto da altura, D. António Ferreira Gomes, afirma que a “religião de Cristo†tem de partir das “consciências para a sociedade e para o Estado e que a marcha contrária é pagãâ€. Nessa entrevista concedida ao Boletim de Informação Pastoral D. António Ferreira Gomes disse que o concílio “nunca poderá perder de vista†as soluções das perguntas postas à Igreja: “Pelo homem desta segunda metade já adiantada do século XX, num mundo materialmente uno, mas dilacerado por fortes tensões de dissolução em conflito com as forças morais coesivasâ€.
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Luís Filipe Santos

II Concílio do Vaticano: «De Ecclesia» esmaltada de imagens bíblicas da Igreja

Nos primeiros trinta dias da segunda etapa do II Concílio do Vaticano (29 de setembro a 04 de dezembro de 1963), os padres conciliares dedicaram a sua reflexão ao esquema sobre a Igreja («De Ecclesia»), documento elaborado pelo cardeal Ottaviani, presidente da comissão teológica.
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Luís Filipe Santos

II Concílio do Vaticano: «Igreja, o que dizes de ti mesma?»

Na inauguração da 2ª sessão do “acontecimento mais importante do século XX para os católicos: II Concílio do Vaticanoâ€, o Papa Paulo VI fez um pedido, a 29 de setembro de 1963, que ficou célebre na história: «Igreja, o que dizes de ti mesma?».
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Luís Filipe Santos

D. António Marcelino: Uma vida cheia de pedaços conciliares

O esquecimento, por parte de muitos, do II Concílio do Vaticano foi uma preocupação ao longo do múnus pastoral de D. António Marcelino, falecido neste mês de outubro. Cinquenta anos depois do início dos trabalhos conciliares, o prelado observava «que muitas coisas estão em aberto e que já se sentem nostalgias e se vêem tentações de voltar ao pré-Concílio. Isso preocupa-me muito».
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Luís Filipe Santos

D. António Marcelino - Um bispo que não deixou apodrecer o II Concílio do Vaticano

A notícia do falecimento de D. António Marcelino, bispo emérito de Aveiro, obrigou-me a revisitar o pensamento e alguns textos do prelado sobre o grande acontecimento eclesial do século XX. Não esteve presente na Basílica de São Pedro durante os trabalhos conciliares (1962-1965), mas intuiu que algo estava a mudar na dinâmica eclesial. Estudou em Roma (voltou em 1958) e sentia a efervescência embrionária da convocação conciliar. Um dia confessou à Agência ECCLESIA que “estava tudo a abanarâ€.