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50 anos do II Concílio do Vaticano

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Luís Filipe Santos

Paulo VI e a reforma da cúria romana II

Será que Paulo VI foi um Papa reformador? A cúria romana sempre foi objecto de posições apaixonadas “de lado a ladoâ€, de tal modo que o discurso do Papa proferido a 21 de setembro de 1963, na véspera da abertura da segunda sessão conciliar, foi lido e escutado “nas suas linhas e entrelinhasâ€
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Luís Filipe Santos

Paulo VI e a reforma da cúria romana I

Em outubro deste ano, o Papa Francisco reúne-se com um grupo de cardeais para analisar a reforma da cúria romana. Na véspera da segunda sessão conciliar, a 21 de setembro de 1963, Paulo VI fez um discurso aos membros da cúria onde lhes pede que reflictam sobre o “grande acontecimento que é o II Concílio do Vaticanoâ€. É que embrenhada no trabalho do dia a dia, a cúria poderia esquecer-se de descobrir “as tremendas perspectivas do trabalho que tem entre mãos e que por vezes pode ser bastante dolorosoâ€.
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Luís Filipe Santos

Paulo VI nomeia quatro novos cardeais delegados do concílio

Depois da clausura da primeira etapa conciliar em setembro de 1963 os participantes desta assembleia magna voltam novamente ao Vaticano para dar início à segunda etapa. A 14 do mesmo mês, o Papa Paulo VI nomeia quatro cardeais delegados encarregados de dirigir os trabalhos do concílio: Agagianian; Lercaro; Doepfner e Suenens.
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Luís Filipe Santos

Paulo VI pede aos cristãos que deixem de ser surdos e mudos

O Papa Paulo VI viveu o Verão de 1963 cheio de labor. Para além da preparação do II Concílio do Vaticano chegou a fazer duas e três alocuções por dia. Aos domingos ia celebrar nas vilas dos arredores de Roma para estar em contacto com as pessoas. Notava-se que existia um verdadeiro cuidado de Paulo VI em aliar à profundidade da sua doutrina a acessibilidade.
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Luís Filipe Santos

José Dias: Um cristão que incarnou os documentos conciliares

Quando já passaram 50 anos sobre o II Concílio do Vaticano “é entristecedor verificar que ainda há tanta gente que tem na sua cabeça uma imagem de Igreja piramidalâ€, escreveu José Dias da Silva (1942-2013), num blogue onde colocava as suas ideias centradas na fidelidade ao Evangelho.
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Luís Filipe Santos

Giorgio La Pira: Um profeta da Europa nos tempos conciliares

Quando o actual bispo emérito do Funchal, D. Teodoro de Faria, era estudante em Roma (Itália), na década de cinquenta do século passado, umas das figuras que “fascinava os jovens e provocava reacções a favor e contra na opinião pública†era o presidente da Câmara de Florença (Itália), Giorgio La Pira.
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Luís Filipe Santos

Diplomados católicos portugueses em ritmo conciliar

Nos finais de maio de 1963, os diplomados católicos portugueses reuniram-se para reflectir sobre as perspectivas que um cristão pode/deve ter sobre o desenvolvimento económico.
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Luís Filipe Santos

A juventude na época conciliar

Quando se aproxima a realização de mais umas Jornadas Mundiais da Juventude, este ano no Rio de Janeiro – Brasil, e no ano em que se comemora o cinquentenário do II Concílio do Vaticano (1962-65) convém recordar uma frase proferida por D. Manuel Almeida Trindade: “A juventude é a negação do cepticismo, das acomodações, das contemporizações, às vezes até da prudência, mesmo quando esta é virtude cardealâ€.
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Luís Filipe Santos

II Concílio do Vaticano: Professor de francês anuncia a morte de João XXIII e de Kennedy

Quando se deu a abertura do II Concílio do Vaticano (Outubro de 1962), o actual bispo de Portalegre - Castelo Branco, D. Antonino Dias, tinha 13 anos e não guarda grandes memórias desse acto. No entanto recorda as “idas e vindas†de D. Francisco Maria da Silva, na altura bispo auxiliar de Braga, para a assembleia magna convocada pelo saudoso João XXIII.
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Luís Filipe Santos

II Concílio do Vaticano: Fenómeno da igreja e facto do mundo

Quando o Papa João XXIII convocou o II Concílio do Vaticano sentiu-se “grande estupefacçãoâ€, mas tal como ele disse várias vezes a ideia foi fruto de inesperada inspiração. Num artigo publicado na revista Estudos, órgão do Centro Académico de Democracia Cristã (CADC), António Sousa Franco escreveu que esta assembleia magna foi convocada “na intenção de lançar uma ponte para todo o mundo contemporâneoâ€.