Após a convocação do II Concílio do Vaticano (25 de janeiro de 1959), o bispo de Macau, D. Paulo José Tavares, escreveu uma carta pastoral onde refere que este “será ótima ocasião de renovação espiritual e de rejuvenescimento de formas e métodos de apostolado”.
Continuando uma antiga tradição, João XXIII recebeu os párocos e pregadores da Quaresma, dando-lhes orientações práticas para a sua ação pastoral durante este tempo litúrgico.
No mês de março de 1962, o Papa do Concílio, João XXIII, pronunciou alocuções, respetivamente na última reunião do Secretariado para a União dos Cristãos e na procissão quaresmal de quarta-feira de Cinzas, onde falou da unidade da Igreja e da união dos cristãos separados.
O Papa que convocou o II Concílio do Vaticano, João XXIII, esteve no Santuário de Fátima, dois anos antes de ser eleito. O cardeal Roncalli, então Patriarca de Veneza (Itália), presidiu naquele santuário mariano à peregrinação de maio, em 1956, a convite do bispo de Leiria, D. José Alves Correia da Silva.
Nos tempos “conturbados e cheios de apreensão que desorientam a humanidade contemporânea”, D. Domingos d´Apresentação Fernandes escreveu uma exortação pastoral sobre a realização do II Concílio do Vaticano onde refere que a Igreja se prepara, “com serenidade e confiança”, para um “dos maiores acontecimentos” da sua existência duas vezes milenária.