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Japão: Jornal do Vaticano lembra história do missionário que se disfarçou de samurai

Agência Ecclesia
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Autoridades confirmam autenticidade da descoberta dos restos mortais do padre Giovanni Battista Sidotti, morto em 1714

Cidade do Vaticano, 07 jun 2016 (Ecclesia) - O jornal do Vaticano apresenta hoje a história do padre Giovanni Battista Sidotti, morto em 1714 durante a perseguição anticristã no Japão, um dos últimos missionários católicos a entrar no país, nessa época.

As autoridades nipónicas confirmaram em abril a autenticidade da descoberta dos restos mortais do sacerdote italiano, natural da Sicília, que entrou no Japão em 1708, quando já se tinha fechado as portas aos estrangeiros, em tempos de proibição do catolicismo, disfarçado como Samurai.

‘L’Osservatore Romano’ recorda na sua edição em italiano que o padre Sidotti foi um dos últimos missionários cristãos a evangelizar no xogunato Tokugawa.

Um manuscrito escrito há cerca de 150 anos pelo conselheiro do xogum, Arai Hakuseki, que interrogou o missionário, era um dos poucos relatos sobre o sacerdote italiano, que chegou ao Japão vindo de Manila (Filipinas).

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