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Açores: Fundação Obra de Socorro de Nossa Senhora das Mercês celebra 40 anos

Agência Ecclesia
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Instituição solidária católica tutelada pela Diocese de Angra

Angra do Heroísmo, Açores, 10 jan 2015 (Ecclesia) – A Fundação Obra de Socorro de Nossa Senhora das Mercês, instituição ligada à Diocese de Angra, nos Açores, está a assinalar 40 anos de atividade junto das populações mais carenciadas da região.

Em entrevista ao portal informativo “Igreja Açores”, António Pedro Costa, presidente daquele organismo, realça a importância de continuar a “honrar aqueles que foram os desígnios dos fundadores desta obra social”.

Criada em 1975, durante o episcopado de D. Aurélio Granada Escudeiro, a Fundação desenvolve atualmente a sua ação sobretudo na zona das Calhetas e Rabo de Peixe, na Ilha de São Miguel, no apoio regular a “cerca de 20 famílias” mais carenciadas.

Está ainda ao serviço da população mais idosa, de sacerdotes com dificuldades, e colabora com a congregação das Irmãs Missionárias da Caridade, presente naquelas duas localidades do Concelho da Ribeira Brava.

Um dos maiores desafios que a instituição solidária tem pela frente é a reformulação do projeto da “Casa Amarela”, a mais antiga estrutura da Fundação, orientada para a educação de raparigas mais desfavorecidas.

De acordo com António Pedro Costa, “têm sido equacionadas várias soluções para este espaço que era importante recuperar, até porque é emblemático, pois foi aqui que tudo começou.

O objetivo é criar novas valências, como “uma creche e um centro de dia para idosos”, mas segundo aquele responsável, “até à data não foi possível concretizar qualquer ideia” pois faltam “parceiros” para avançar com os trabalhos.

A missão da Fundação no terreno está também condicionada devido a “problemas de natureza legal” envolvendo “terrenos onde foram construídas casas” e que são “pertença” da organização.

“Esta Fundação teve um papel muito importante no passado e nós não podemos enjeitar essa responsabilidade agora. Por isso estamos a trabalhar para agilizar o nosso desempenho”, frisou António Pedro Costa.

IA/JCP