CNIS pronta a colaborar no combate ao desemprego Octávio Carmo 02 de Fevereiro de 2009, às 15:22 ... Pe. Lino Maia apoia pacote legislativo anunciado pelo ministro do Trabalho e da Solidariedade O Governo vai criar 400 novos gabinetes de apoio aos desempregados, num esforço apoiado, entre outros, pela Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS). O ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva, anunciou esta Segunda-feira um pacote legislativo para facilitar o regresso ao mercado de trabalho e dar um apoio mais eficaz aos desempregados. O Norte é a região do paÃs onde vão ser criados mais gabinetes, um total de 173. Em Lisboa serão 118. Os serviços vão trabalhar em coordenação com o Instituto do Emprego e Formação Profissional e vão funcionar em autarquias, associações sindicais e empresariais e entidades sem fins lucrativos, que "estão mais perto dos cidadãos" e os concursos para a sua criação abrem Quarta-feira. Estas unidades vão fazer o acompanhamento personalizado dos desempregados, apoiando-os na procura activa de emprego ou encaminhando-os para programas de qualificação, vão captar e divulgar ofertas de emprego e divulgar medidas e apoios à criação de emprego. Para o Pe. Lino Maia, reeleito como presidente da CNIS para o triénio 2009-2011, é importante lembrar que “os desempregados, que vão ser mais este ano, esperam muito de nósâ€. “As Instituições de Solidariedade têm aqui um papel muito importanteâ€, assegura este responsável, para quem, depois dos superendividados, os novos pobres serão “os desempregadosâ€, que vão “sentir mesmo a criseâ€. O ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva, revelou que o objectivo destas medidas é dar um apoio mais eficaz aos desempregados “dada a situação particular de dificuldade que vivemos no domÃnio da oferta de postos de trabalhoâ€. “As medidas activas de promoção de estágios, promoção de contratação pretendem atingir um montante de trabalhadores entre os 80 e os 100 mil†desempregados, afirmou. Nos sectores social e local, o Governo dará apoio ao emprego, à contratação de jovens, de desempregados de longa duração e de públicos especÃficos, nem como à contratação a termo de trabalhadores com 55 anos ou mais e de públicos especÃficos, à redução da precariedade no emprego dos jovens e da precariedade no emprego. O Pe. Lino Maia assegura que a CNIS “dá as mãos, claramente, na implementação destas medidasâ€, esperando que seja possÃvel criar novos postos de trabalho. “Cada desempregado que é integrado no mercado de trabalho é menos uma vÃtima da crise, menos uma pessoa a mergulhar no sem sentido da vidaâ€, assegura à ECCLESIA. Entre as propostas estão Contratos Emprego-Inserção, os quais apoiam a “realização de actividades socialmente úteis que satisfaçam necessidades locais e regionaisâ€, por desempregados subsidiados por um perÃodo de 12 meses e desempregados beneficiários do Rendimento Social de Inserção. Esta iniciativa visa “promover a empregabilidade dos desempregados melhorando as suas competências socioprofissionais através da manutenção do contacto com outros trabalhadores e actividades, evitando o risco do seu isolamento, desmotivação e marginalizaçãoâ€. Solidariedade Share on Facebook Share on Twitter Share on Google+ ...