Nacional

Combater a mentalidade anti-vida

Luís Filipe Santos
...

Associação Famílias lança um «manifesto político»

“Neste momento a preocupação da defesa da vida e a promoção da família ainda não está nos discursos e muito menos na prática dos políticos†– disse à Agência ECCLESIA Carlos Aguiar Gomes, presidente da Associação Famílias que lançou hoje, dia 28 de Dezembro, um «manifesto político». Com o aproximar das eleições legislativas, o documento da Associação Famílias - está vedada a acção política, no sentido de apoiar ou de se vincular a um determinado partido político ou grupo de partidos – refere que “o voto só é verdadeiramente livre se é assumido com liberdade e conscientemente exercidoâ€. Colaborar na reflexão a que todos os eleitores vão ser convidados e convocá-los a “escolher os projectos e programas políticos que claramente se apresentam com propostas que, inequivocamente, defendem o direito à vida, da concepção à morte natural e os direitos da Família tal como a nossa cultura a tem entendido†– adianta o «manifesto político». Por isso, entende que “a criação de um Ministério da Família não deve ser mero exercício de “marketing†político†mas “deve responder ao que dele se espera: apoiar a Família, como uma comunidade onde convivem transversal e verticalmente várias geraçõesâ€. Esse ministério deve “ter poderes na área da coordenação das políticas da família†e “não para calar determinada corrente da opinião pública†– menciona Carlos Aguiar Gomes. Na linha da defesa da família, o comunicado avança que “precisamos de leis mais protectoras e promotoras da vida humanaâ€. Devido à mentalidade anti-vida que “se tem promovido estamos com um défice demográfico tremendoâ€. E realça: “precisamos de, com clareza, atribuir ao embrião o estatuto de sujeito jurídico†e reconhecer “que todo o embrião tem direito à vida, a uma família e a saber quem é o seu pai e a sua mãeâ€. Os Centros de Apoio à Vida e à Família devem “ser prioritários na acção social do próximo Governo†– afirma o documento. A Associação Famílias gostaria – “temos esse direito†– de saber o que pensam sobre “estes temas os candidatos do Partido ou conjunto de Partidos que se vão apresentar a sufrágio. Aos cidadãos assiste o direito à informação com verdade e transparênciaâ€. Este documento será entregue a todos os partidos políticos. Notícias relacionadas •Precisamos de leis mais protectoras e promotoras da vida humana •Conselho de Ética ultima parecer sobre a investigação em células estaminais •Opinião pública foi enganada sobre a clonagem


Família