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Crise do país afecta obras na Sé de Braga

Luís Filipe Santos
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Na da Sé de Braga ainda há “muitas coisas para fazer. Neste momento, as obras calendarizadas, que são da responsabilidade do Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), estão paradas. O País atravessa dificuldades financeiras e o IPPAR não foge à regra. Falta a recuperação da fachada da Sé, que é uma obra que exige uma atenção especial. As pessoas podem não notar, mas a pedra está a ficar corroída e é necessária uma intervenção na estrutura interior das duas torres, nomeadamente no interior da torre onde se encontra a Pia Baptismal” – realçou o Cón. Pio Alves, Deão do Cabido da Sé de Braga, ao Jornal «Diário do Minho» a propósito das obras de ampliação do Tesouro-Museu da Sé que estão em curso. Na Sé de Braga, celebrou o aniversário da dedicação litúrgica recentemente, é necessário também a re-electrificação do interior “sem falar na recuperação inacabada das capelas da Senhora da Piedade, Senhora da Glória, São Geraldo, todas por acabar. Tratam-se de intervenções que são da responsabilidade directa do IPPAR, mas que têm o nosso acompanhamento” – refere o entrevistado. Em relação às obras de ampliação do Tesouro-Museu, o Cón. Pio Alves sublinha que ao contrário da fachada da Catedral, as obras no Tesouro-Museu da Sé continuaram durante o mês de Agosto e já entraram na fase dos retoques finais. A empreitada deve estar terminada até meados de Setembro, apesar das pequenas afinações habituais. Para além deste ponto, o interlocutor adianta também que o cabido está a preparar “os projectos para uma nova candidatura ao Programa Operacional para a Cultura (POC) em ordem a introduzir na parte nova do actual Tesouro-Museu todas as melhorias técnicas relativas a iluminação, segurança e climatização”.


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