Nacional

D. Manuel Felício quer organizar acção pastoral junto dos doentes

Octávio Carmo
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O Bispo da Guarda, D. Manuel Felício, apelou ontem à criação de um “serviço organizado de voluntariado e de visitadores de doentes” na sua Diocese. “O cuidado dos doentes que permanecem nos centros hospitalares, mas também daqueles que estão em suas casas, junto das respectivas famílias, vergadas ao peso da dor e das suas limitações; e mesmo o promover de iniciativas tendentes à prevenção da doença é uma responsabilidade das nossas comunidades cristãs”, explica. Numa mensagem escrita por ocasião do Dia Mundial do Doente, que se celebra a 11 de Fevereiro, o prelado manifesta o desejo de que em todos os centros hospitalares da diocese, que incluem sobretudo os Hospitais da Guarda, Seia, Fundão e Covilhã, mas também em todas a paróquias “esta preocupação pelos doentes seja relembrada e remotivada, quanto possível, através do serviço organizado do Voluntariado e dos Visitadores de doentes”. “Ministros extraordinários da Comunhão, Visitadores de doentes, Voluntários segundo o espírito do bem-fazer próprio do Evangelho, são, entre outras, formas concretas de as comunidades cristãs darem cumprimento a esta responsabilidade”, assinala ainda. A Diocese celebrará o Dia Mundial do Doente na Casa de Saúde Bento Menni. Na sua mensagem, o Bispo local convida a “voltar a atenção para os doentes do foro psíquico mental”. “Todos sabemos que a saúde é um bem-estar global da pessoa humana, envolvendo os aspectos físicos, os aspectos mentais e psíquicos, mas também outras dimensões, como são a religiosa e a sobrenatural” refere D. Manuel Felício. O Bispo da Guarda sublinha ainda que a “recuperação da saúde, assim como a sua promoção em todas e cada uma destas dimensões, para além de meios técnicos, implica sempre processos de relação humana que visam a integração humana, comunitária e social da pessoa doente”.


Diocese da Guarda