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Educação: Responsável católico espera um ano letivo marcado pela «corresponsabilidade»

Agência Ecclesia
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Todos os intervenientes devem dar «o melhor de si mesmos», frisa D. António Francisco dos Santos

Porto, 10 set 2014 (Ecclesia) – O bispo do Porto, D. António Francisco dos Santos, membro da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé, espera que o novo ano letivo que hoje começa seja marcado por um clima de “corresponsabilidade” entre todos os intervenientes.

Numa mensagem enviada à Agência ECCLESIA, o prelado sublinha a importância de “crianças e jovens, alunos e professores, funcionários, pais, escolas e famílias, comunidades e instituições” darem “à educação o melhor de si mesmos”. 

Realça ainda que “a Igreja tem neste campo específico da educação longa experiência e acrescida responsabilidade”. 

Ela “é chamada a estar presente na Escola com alegria, dedicação e competência, de muitas formas mas concretamente através dos professores de Educação Moral e Religiosa Católica para bem dos alunos e das escolas”, salienta.

O bispo do Porto deixou esta mensagem durante as festas deste ano em honra de Nossa Senhora do Castelinho, que tiveram lugar dia 8 em Marco de Canaveses

Durantes as cerimónias no santuário mariano do Castelinho, situado na freguesia de Avessadas e Rosém, D. António Francisco dos Santos abordou ainda o novo ano pastoral na diocese, exortando as comunidades a abraçarem o anúncio do evangelho com um esforço “revigorado”.

Aquele responsável católico pediu às pessoas “entusiasmo” e sublinhou que “a tarefa de evangelizar não perdeu a sua urgência com o decurso do tempo”.

“Evangelizar é a graça e a missão da própria Igreja. O Evangelho não é um bem exclusivo de quem o recebeu, mas constitui uma dádiva a partilhar, uma boa notícia a comunicar”, frisou o prelado.

O bispo exortou os católicos a promoverem a cultura do “encontro junto das suas “famílias, escolas, empresas, instituições e terras, levando Cristo a todos”.

Aproveitou ainda o momento para confiar a Maria os “sonhos e projetos”, as “súplicas e louvores” de todas as famílias.

JCP

 



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