Igreja desafiada a olhar mais para o digital
InÃcio dos trabalhos das Jornadas de Comunicações Sociais, em Fátima
“É aqui que as pessoas estão atentas, a querer interagir, de um para um e não de um para muitosâ€, afirmou.
Pedro Janela afirmou que a próxima vaga será “a mobilidadeâ€, permitindo fazer tudo o que fazemos hoje no PC num telemóvel.
“A Igreja ficou em 2003â€, defende, assinalando que “é preciso fazer maisâ€. “Não há relacionamento, que é a palavra-chaveâ€, lamentou, frisando que é preciso passar da informação para a interacção.
Esta interacção pode passar por aconselhamento online, catequese (elearning), podcasts e videocasts ou redes de amigos católicos.
Rogério Santos, professor da UCP, falou da passagem de “um emissor para múltiplos receptores†para um cenário de “múltiplos emissores para múltiplos receptoresâ€.
A chegada de uma “pós-televisãoâ€, em que esta é a “televisão da intimidade†e a crescente digitalização, trazem novos conceitos, oportunidades e ameaças. Neste contexto ganham destaque as multiplataformas, a criação de blogues, os novos consumos e audiências, a precariedade de trabalho, o aumento do consumo da Internet e a quebra dos consumos de jornais e rádio.
Dado que os media mais clássicos perdem audiência para a Internet, a Igreja precisa de apostar na “formação em novas tecnologiasâ€, “nos novos mediaâ€, no “uso das redes sociaisâ€, para além da presença nos blogues e no Youtube, por exemplo.
Fotos: Agência Ecclesia/TV Fátima
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