Nacional

IPSS do Centro mostram o seu trabalho

Luís Filipe Santos
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Termina amanhã a Feira Social que está a decorrer na Marinha Grande

Está na recta final mas, até momento, “o saldo tem sido positivo†– afirmou à Agência ECCLESIA Patrícia Grilo, técnica distrital de Leiria da Rede Europeia Anti-Pobreza /Portugal (REAPN) em relação à Feira Social da Região Centro que decorre na Marinha Grande (distrito de Leiria) e que junta cerca de uma centena de Instituições Particulares de Solidariedade. Estruturada em três espaços, a Feira Social junta os núcleos distritais de Coimbra, Leiria e Santarém da REAPN. O debate de ideias e troca de experiências “têm sido fundamentaisâ€. O seminário sobre “As políticas sociais em Portugal: o que são? Como Estão? Para onde vão?†e o projecto «Crescer cidadão» - pretende dar respostas na área da empregabilidade - foram muito frequentados. Com a entrada na União Europeia (UE), as Instituições Particulares de Solidariedade tiveram de alterar o seu funcionamento. “Antes tínhamos um trabalho muito assistencialista†– frisou. No espaço de animação, os utentes das várias instituições dinamizam o espaço e “são os verdadeiros protagonistasâ€. Contando com as unidade móveis, as instituições têm também oportunidade de mostrar os “seus trabalhos e apresentar projectos†– revela Patrícia Grilo. E acrescenta: “o trabalho social assume uma importância fundamental nos dias de hojeâ€. Com o sentido de melhorar a condição de vida das pessoas “temos centenas de instituições em prol das crianças, idosos e pessoas portadoras de deficiênciasâ€. A Feira Social teve o seu início dia 6 e termina amanhã (8 de Abril) e mostra também os trabalhos realizados pelos utentes. No início deste evento, o Pe. Agostinho Jardim Moreira, presidente da REAPN, sublinhou que a qualificação para o trabalho “é o caminho que Portugal tem que seguir para recuperar do atraso em relação à Europaâ€. E acrescenta: “é necessário fazer reformas estruturais, de fundo, porque senão o país não consegue acompanhar o desenvolvimento europeu, não tem capacidade de resposta até porque somos um país com poucos recursos e temos que os ganhar e ganhar pela cabeça, pelo conhecimento, pela ciência e pela técnica e isso é um trabalho para todosâ€.


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