Nacional

Novas apostas na Pastoral Vocacional

Luís Filipe Santos
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Balanço da Semana dos Seminários

De 12 a 19 de Novembro decorreu mais uma Semana dos Seminários. “Sentimos na Igreja Portuguesa um estímulo novo e um incentivo maior para a valorização das iniciativas que promovam a Pastoral Vocacional†– disse à Agência ECCLESIA D. António Francisco Santos, Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios. Esta iniciativa serve para agradecer “os sacerdotes que temos, valorizar os seminários e incentivo da Pastoral Vocacional nas comunidades, famílias e escolaâ€. No início de mais um ano lectivo, esta semana pretendeu devolver também às comunidades locais o “contributo que podem dar na promoção desta pastoralâ€. A oração é um “momento central†da Igreja que suplica “ao Senhor da Messe que envie operários†– realçou D. António Francisco Santos. Na vivência desta semana, o presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios gostaria que esta tivesse uma inserção no plano global de actividades programadas ao longo do ano. “Valorizam o seminários como instituições essenciais nas igrejas diocesanas e ao mesmo tempo permitam uma abertura criativa dos seminários junto das comunidades, escolas, pastoral juvenil e universitáriaâ€. A semana dos Seminários não pode ser “uma semana desgarrada†de todas as outras mas “integrada e que deve continuar ao longo do ano†– apelou. A pastoral diocesana tem a incumbência de reflectir - durante o ano pastoral – na “dimensão da vocação e nas suas realidades concretasâ€. As paróquias “já tomaram consciência que o seminário é o coração da diocese†todavia “nunca é demais insistir e valorizar esta dimensão essencialâ€. E acrescenta: “temos de começar a semear cedoâ€. Como os grandes mediadores das vocações são os padres, o Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios realça que a semana dos seminários deve agradecer a estes mediadores para que “as comunidades sejam lugares vocacionaisâ€. Para que as sementes nasçam é fundamental a utilização de “novas linguagens†mas a linguagem da vocação passa, essencialmente, pelo “testemunho e alegria de vida daqueles que são chamados†– alertou D. António Francisco Santos. A dimensão existencial e vivencial é a “grande linguagem que promove e desperta a vocação nos jovensâ€. Em plena semana dos seminários, a questão do celibato sacerdotal ocupou algumas páginas na Comunicação Social. “Uma oportunidade para Bento XVI e os cardeais afirmaram o valor e a importância do celibato como opção e decisão livre e responsável daqueles que avançam para o sacerdócioâ€. Apesar da falta de sacerdotes, o celibato dos padres “não é um entrave para que surjam novas vocações†– finaliza o presidente.


Clero, Seminários e Vocações