Nacional

Os novos desafios do CNE

Luís Filipe Santos
...

Ao assistentes regionais do Corpo Nacional de Escutas (CNE) estiveram reunidos, dias 5 e 6 de Janeiro, em Fátima, para avaliar um ano de trabalho e programar algumas actividades do CNE que engloba cerca de “60 mil jovens e 10 mil dirigentesâ€. A curto prazo (Janeiro ou Fevereiro) será constituída uma “Equipa Nacional de Assistentes†e a pagina do CNE na Internet será “enriquecida ao nível de actividades de animação da f醖 disse à Agência ECCLESIA o Pe. Joaquim Nazaré, Assistente Nacional do CNE. Durante os dois dias, os assistentes regionais partilharam também as suas experiências e caracterizaram a sua região. Se a “desertificação humana†e a “escassez de chefes†afecta o interior do país, no litoral também existem “problemáticas de outra ordem na acção escutistaâ€. Como ser dirigente no Corpo Nacional de Escutas “é muito absorvente†sente “o problema nesta instituição do voluntariado†– referiu o Pe. Joaquim Nazaré. E adianta: “a escassez de dirigentes para o desempenho da função é uma realidadeâ€. Para colmatar esta dificuldade, o CNE pensa valorizar a formação “nos escuteiros mais velhos†e “apostar numa renovada dimensão da formação escutista na última fase (quarta secção)â€. Só assim “podemos ter mais e melhores dirigentesâ€. Por outro lado, o CNE apela também às comunidades, e mais concretamente aos pais dos escuteiros, que “acolham a ideia e se tornem voluntários para assumir as funções de dirigentes†– sublinhou o assistente nacional. Com algumas dezenas de anos em Portugal, o CNE continua “com uma vitalidade enorme†e continua “ a ser um movimento juvenil que atrai naturalmente muitos dos nossos jovens†– salienta o Pe. Joaquim Nazaré. O fascínio do CNE é uma constatação mas “queremos mais e melhor†por isso “iremos apostar na actualização da linguagem, dos meios e na forma de ir ao encontro dos jovensâ€. Uma preocupação suprema para que o CNE seja cada vez mais um “movimento de evangelização†– finalizou o Pe. Joaquim Nazaré.


Escutismo