E viram a apresentação da página on-line da diocese
Com o intuito de “estar mais próxima dos cristãos da diocese e do mundo” foi criada ontem (3 de Fevereiro) a página on-line da diocese da Guarda. www.diocesedaguarda.com é o endereço do site. Em declarações à Agência ECCLESIA, o Pe. Francisco Barbeira, Chefe de Redacção do jornal «A Guarda», referiu que a igreja diocesana passa a estar “mais perto do mundo” e através deste meio pode-se “anunciar a Boa Nova e o Evangelho”. A dar os primeiros passos – acentua o Pe. Francisco Barbeira - “pensamos colocar notícias com frequência no site (pelo menos todas as semanas)” e “terá a agenda diária do bispo diocesano”.
A página foi apresentada nas jornadas de estudo do clero sobre a Bioética. “Como estávamos reunidos foi uma forma de divulgar em primeira mão” – sublinhou. Na apresentação, os padres da dioceses pediram que os outros organismos e movimentos ficassem “associados a esta página global”.
Nesta diocese vasta e com um clero algo envelhecido, o Pe. Francisco Barbeira revelou que alguns deles “não têm facilidade em lidar com os novos meios”. E adianta: “pedi ao nosso bispo para promover um curso de iniciação às novas tecnologias para os padres”. Os padres mais novos “utilizam com frequência as novas tecnologias” e alguns têm mesmo “páginas pessoais e blogs”.
Formação em Bioética
Durante dois dias (2 e 3 de Fevereiro), o clero da Guarda esteve reunido no Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos para reflectir sobre questões actuais de Bioética. Em análise estiveram temas como “a reprodução medicamente assistida”; “clonagem”; “o problema ético do aborto”. Em relação à reprodução medicamente assistida, o formador pediu que a base “nunca seja a lei espanhola que é muito permissiva ao contrário da lei italiana que é muito mais equilibrada”. Em declarações à Agência ECCLESIA o Pe. António Moiteiro sublinhou que este tema “tem muita actualidade e é preciso os sacerdotes darem resposta às questões da vida (tanto no início como no final)”. Antes das jornadas, os sacerdotes leram o livro do Pe. Flecha - formador das jornadas - sobre “Bioética”. As jornadas “serviram para absorver conteúdos” – referiu o Pe. António Moiteiro.