Portugal: Fundos comunitários ajudam a recuperar património religioso a Norte

Trabalho envolve governo, dioceses, autarquias e agentes culturais
Guimarães, Braga, 25 jun 2016 (Lusa) - O ministro da Cultura anunciou a aprovação de cinco candidaturas para requalificação de património na região Norte, no valor de 8,2 milhões de euros, ao abrigo do programa de fundos comunitários Portugal 2020.
Luís de Castro Mendes explicou esta sexta-feira em Guimarães que 2,5 milhões de euros vão servir para "dar continuidade" às intervenções em curso nos mosteiros de Arouca, Grijó, Rendufe, Tibães, Pombeiro e Vilar de Frade.
O mesmo montante vai ser aplicado para “consolidar a Rota das Catedrais, um projeto para promover e consolidar o projeto nacional iniciado em 2009", observou o membro do executivo.
A Direção Regional de Cultura do Norte espera concretizar um investimento total de 13 milhões de euros até final de 2018, no âmbito das candidaturas apresentadas ao Programa Operacional Norte 2020.
A estratégia delineada pela Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) visa a descentralização do investimento, “num plano de trabalho em rede que contempla, igualmente, dioceses, autarquias e agentes culturais locais”.
A candidatura ‘Rota das Catedrais do Norte de Portugal’, explica a DRCN, visa “promover e consolidar o projeto nacional, iniciado em 2009, através de um Acordo de Cooperação celebrado entre o Ministério da Cultura e a Conferência Episcopal Portuguesa”.
A iniciativa compreende intervenções infraestruturais de qualificação e valorização no Património imóvel, móvel e integrado de sete Catedrais da Região Norte: Braga, Bragança, Lamego, Miranda do Douro, Porto, Vila Real e Viana do Castelo.
Quanto à candidatura ‘Mosteiros a Norte’, a mesma pretende “melhorar e criar espaços de receção/acolhimento, reforçar as iniciativas culturais e artísticas, divulgar os espaços monásticos como polos de atração no território e atrair novos públicos”.
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