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Sem a vertente social da Igreja a sociedade seria totalmente desumanizada

Luís Filipe Santos
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Comissão Episcopal da Acção Social e Caritativa prepara «carta de princípios»

A Comissão Episcopal da Acção Social e Caritativa está a preparar uma “carta de princípios para esta área da pastoralâ€. Um documento em estudo apesar das “ideias bases estarem definidas†– disse à Agência ECCLESIA D. José Pedreira, membro da referida comissão, que esteve reunida recentemente. Este texto surge porque a pastoral social “é assumida por muitas comunidades com vertentes muitos variadas - umas centrais e outras menos importantes – e pareceu-nos útil que cristãos soubessem o que pensam os bispos sobre o verdadeiro núcleo central da nossa missão na área da pastoral social†– sublinhou D. José Pedreira. O atendimento à “pessoa humana mais do que fazer obras†deve ocupar um lugar privilegiado. O relacionamento com as instituições civis é outro ponto referido no documento. A Igreja dinamiza mais “70% da assistência sócio-caritativa em Portugalâ€. Um número “impressionante†mas “queremos ir mais longe†porque “há muitas carências e novas formas de pobrezaâ€. A Igreja e Estado terão de ter “uma imaginação muito grande para ir ao encontro dos mais necessitadosâ€. A sociedade portuguesa sem a vertente social da Igreja “seria uma sociedade totalmente desumanizadaâ€. E adianta: “não sou capaz de a conceber sequerâ€. A programação de actividades para este ano pastoral esteve também na ordem do dia. “O Encontro Nacional da Pastoral da Saúde - de 30 de Novembro a 3 de Dezembro -; Encontro nacional de Capelães Hospitalares - 29 de Novembro -; Encontro Nacional da Pastoral Hospitalar - 3 e 4 Fevereiro de 2005 -; Encontro de Capelães Prisionais – 17 e 18 de Novembro -; Reunião para programar a Semana Social – 17 Janeiro –; Reunião dos Secretariados Diocesanos da Acção Social e Caritativa – dia 27 de Maio – e Semana sóciocaritativa – 6 a 9 de Setembro†– salientou o prelado.


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