O cardeal Juan Sandoval Iñiguez, arcebispo de Guadalajara, anunciou que no dia 20 de Novembro será celebrada nesta mesma arquidiocese a beatificação de 13 mártires mexicanos que faleceram durante a perseguição religiosa que teve lugar nesse país durante os anos vinte do século passado. A celebração será presidida pelo cardeal José Saraiva Martins, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos - revelou o purpurado mexicano.
Entre os futuros beatos, encontra-se o sacerdote José Trinidad Rangel Montaño, nascido no dia 4 de junho de 1887, em Dolores Hidalgo (diocese de Leon, México); o sacerdote Andrés Sola Molist, missionário claretiano, nascido no dia 7 de outubro de 1895, em Taradell (Espanha); e o leigo Leonardo Pérez Larios, nascido no dia 28 de novembro de 1883, em Lagos Moreno (México). Os três foram assassinados «por ódio à fé» no dia 25 de abril de 1997, em Rancho de San Joaquín.
Outro dos mártires é o sacerdote da diocese de Veracruz, Dario Acosta Zurita, nascido no dia 20 de dezembro de 1908, em Naolinco (México), e assassinado em Veracruz no dia 25 de julho de 1931, “três meses depois de sua ordenação sacerdotal” - segundo recordou o cardeal Saraiva Martins.
Na lista aparece também o mártir leigo, advogado e pai de família Anacleto González Flores, nascido em 1888 em Tepatitlán (Jalisco) e de outros sete companheiros mártires. Todos foram assassinados por volta de 1928.