Bento XVI lembra tempos de seminarista Agência Ecclesia 19 de Fevereiro de 2007, às 15:40 ... Bento XVI lembrou os seus tempos de seminarista em Freising (Alemanha), nas décadas de 40 e 50 do século passado, revelando os seus interesses de então na Literatura: Dostoievski, "a moda do momento, e os "grandes franceses" - Claudel, Mauriac, Bernanos -, bem como a "literatura alemã". Pela segunda vez no seu pontificado, Bento XVI deslocou-se no passado Sábado à tarde ao “seu†Seminário Maior de Latrão, por ocasião da festa da Padroeira, Nossa Senhora da Confiança. Em vez de um discurso escrito, o Papa preferiu responder, de modo improvisado, e com referência à sua experiência pessoal, a seis questões expressas por outros tantos seminaristas, sobre diversos aspectos da formação e da vida sacerdotal. Bento XVI citou, por várias vezes, o exemplo de Santo Agostinho e revelou passagens de uma carta que lhe foi enviada pelo Cardeal Martini, ao completar 80 anos, destacando o valor da "graça da perseverança". Aos futuros padres da Diocese de Roma, o Papa pediu uma profunda atenção à "Palavra de Deus" e à oração, referindo que "Deus fala connosco de diversÃssimas maneiras". "É importante ler a Sagrada Escritura de um modo muito pessoal, por um lado e como Palavra de Deus que é sempre actual e fala comigo", referiu. O Papa revelou mesmo uma "receita" pessoal: combina a preparação da homilia dominical com a "meditação pessoal", com o objectivo de "fazer com que estas palavras não sejam ditas só para os outros, mas sejam realmente palavras ditas pelo Senhor para mim mesmo". Bento XVI Share on Facebook Share on Twitter Share on Google+ ...