Bento XVI quer que a Igreja Católica esteja na primeira linha na assistências aos milhões de doentes do continente africano. “Servir os doentes em África é uma das missões da Igreja nesse continente”, disse o Papa numa mensagem enviada aos participantes na conferência internacional das conferências episcopais lusófonas e francófonas africanas.
As estruturas eclesiásticas existentes nos países de missão (Dioceses, prefeituras apostólicas, paróquias) são 40% do total da Igreja Católica. As Obras Pontifícias Missionárias asseguram, neste momento, a sobrevivência de 42000 escolas, 1600 hospitais, 6000 dispensários médicos, 780 leprosarias e 12000 obras sociais.
No encontro de Cotonou, capital do Benin, tem-se sublinhado a importância dos temas ligados à pastoral da saúde nos países lusófonos e francófonos da África. O ministro da saúde do Benin agradeceu à Igreja Católica “o seu importante empenho nesta área”.
A mensagem do Papa, enviada pelo Arcebispo Leonardo Sandri, manifesta o encorajamento de Bento XVI para que a Igreja “continue os esforços empreendidos para reforçar as estruturas e programas sanitários no continente africano”.
O Papa convida, em particular, os cristãos comprometidos nos serviços da saúde a “renovar a sua adesão a Cristo” com acções fraternas na luta “contra todas as formas de doença”.