Cristãos decapitados na Somália
Há um mês atrás, os extremistas mataram outras três pessoas naquela área, aplicando uma norma da sharia islâmica. As informações também citam torturas e disparos de obuses de morteiro de maneira indiscriminada contra áreas povoadas e frequentadas por civis.
A alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pally, admitiu ontem que "se cometem na Somália graves violações dos direitos humanos e do direito humanitário internacional".
Com base em testemunhas ouvidas por funcionários da ONU, Pillay acusou as milícias islâmicas Al-Shabaab, que combatem as tropas governamentais, de cometerem execuções extrajudiciais, enterrarem minas, bombas e outros artefactos explosivos em zonas civis.
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