Vaticano

Defender a família perante a «cultura da morte»

Luís Filipe Santos
...

Palavras de João Paulo II aos membros do movimento Schoenstatt

João Paulo II pediu ao Movimento Internacional Schoenstatt para que no seu trabalho defenda cada vez mais a família a vida perante uma crescente cultura que parece tentar negá-las. “No movimento cresce a responsabilidade pela sociedade e a compreensão das relações sociais fundadas no espírito do cristianismo” - constatou João Paulo II ao receber cerca de dois mil peregrinos deste movimento que estiveram, em Roma, na inauguração do Santuário «Omnia Matri Eclesiae» de Belmonte (junto à capital italiana) e do Centro Internacional de Schoenstatt. Todos os fiéis “estão convidados a traçar «sinais luminosos» ao mundo” para que “a cultura da morte não se difunde cada vez mais, como o demonstra de maneira horrível o aborto”. João Paulo II agradeceu as palavras do Pe. Heinrich Walter, presidente-geral do Movimento, e recordou que “os esforços de Schoenstatt estão dirigidos em particular à família, como célula fundamental da Igreja, da cultura e da sociedade”. “Seguindo o conselho de vosso fundador” - afirmou em referência ao padre José Kentenich (1885-1965), o Papa convidou-os a “reservar à cruz e à imagem de Maria um posto de honra nas vossas casas”, convertendo-as em “santuários da Igreja”, nas quais “Maria actua como mãe e educadora”.


João Paulo II