João Paulo II pediu uma progressiva eliminação de todas as armas de destruição maciça, especialmente as nucleares, ao receber em audiência o novo embaixador coreano na Santa Sé, Youm Seong.
Na sua saudação, em língua latina, o Papa defendeu que a construção do presente e do futuro das nações irmãs agora separadas necessita de “esforços incessantes destinados à destruição progressiva, equilibrada e verificável das armas de destruição maciça e, em particular, das nucleares”.
Após recordar as suas duas visitas ao país, João Paulo II lamentou a “penosa divisão” em que vive o povo da península coreana: “é motivo de muita preocupação o permanente sentimento de hostilidade e de confrontação entre as duas nações, mas é um motivo de esperança saber que há vontade concreta de aliviar as tensões mediante o diálogo”, afirmou.