A OMS (Organização Mundial da Saúde) reconheceu publicamente que, na luta contra a Sida, muitas respostas de apoio são dadas pelas organizações religiosas, sobretudo em África.
Esta observação da OMS consta num estudo intitulado "Estimativa de bens: situar, compreender, trasladar e comprometer bens de saúde religiosos na Zâmbia e no Lesoto", publicado na passada semana, na catedral de Washington.
O documento estima que, de 30 a 70% das infra-estruturas de saúde em África são dirigidas por organizações religiosas, a maioria das quais, é católica.
Contudo, o estudo manifesta que há pouca cooperação entre as organizações e os programas de saúde públicos.
"Doadores e patrocinadores de programas de saúde devem ter mais atenção ao papel das organizações religiosas. Sem elas, a esperança de acesso universal à prevenção, tratamento e atenção à saúde não teria lugar", conclui o informe.
Com Rádio Vaticano