O governo italiano manifestou a sua oposição a qualquer intervenção militar destinada a libertar as duas religiosas deste país raptadas por homens armados da Somália, há uma semana, numa remota região fronteiriça do Quénia.
O ministro italiano dos negócios estrangeiros, Franco Frattini, disse à agência ANSA que este tipo de intervenções são “perigosas” e podem pôr em risco a vida das religiosas.
Irmã Caterina Giraudo e a Irmã Maria Teresa Oliviero, duas religiosas do movimento contemplativo missionário Padre de Foucauld, em Itália, foram raptadas na noite de 11 de Novembro, quando um grupo de homens armados entrou na localidade de El Wak, ao noroeste do Quénia, junto à fronteira com a Somália.
As últimas notícias avançadas pelas autoridades quenianas indicam que as religiosas ainda se encontram na Somália, sem correrem risco de vida, e que anciãos dos dois países estão a negociar a sua libertação.