Vaticano

O Papa condena persistência do terrorismo e da violência

Octávio Carmo
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João Paulo II lamentou hoje que a violência e o terrorismo sejam marcas persistentes no mundo moderno. O Papa recordou, na audiência geral, a consagração da humanidade ao Coração de Maria, acontecida a 25 de Março de 1984, numa altura em que a humanidade vivia “momentos difíceis, de grandes preocupações e incerteza”. “Vinte anos depois, a humanidade continua pavorosamente marcado pelo ódio, a violência, o terrorismo e a guerra. Entre as numerosas vítimas que as crónicas de todos os dias registam, estão inúmeras pessoas inocentes, atingidas enquanto cumpriam o seu dever”, afirmou. Para João Paulo II, a resposta para esta situação está no coração de cada homem: “é preciso que todos abram o seu coração, para um esforço corajoso de compreensão recíproca”. Aproveitando a vigília da Solenidade da Anunciação, o Papa assinalou o momento em que, há 20 anos, cumpriu o pedido de Nossa Senhora em Fátima, e a Jornada que a Igreja hoje celebra, em memória dos missionários mártires. “Que esta Jornada seja para cada um a ocasião para redescobir a fé em Cristo, único salvador, e alimentar a esperança num mundo mais justo e fraterno”, concluiu.


João Paulo II