Papa pede leis que protejam os migrantes Agência Ecclesia 15 de Janeiro de 2007, às 10:30 ... Bento XVI quer que se vejam os mais de 200 milhões de migrantes como um recurso e não como um problema Bento XVI deixou este Domingo um apelo em favor dos migrantes e das suas famÃlias, pedindo que sejam defendidos “serviços e leis apropriadosâ€, que procurem favorecer em particular a reunificação das famÃlias, com especial atenção à s mulheres e menores. "Queridos amigos, a realidade da migração nunca deveria ser vista apenas como um problema, mas também, e sobretudo, como um grande recurso para ajudar a humanidade no seu caminho", disse. Na celebração do 93º Dia Mundial do Migrante e Refugiado, o Papa reafirmou os conteúdos da sua mensagem publicada para esta ocasião. “É importante – disse Bento XVI- tutelar os migrantes e as suas famÃlias mediante o auxilio de presÃdios legislativos, jurÃdicos e administrativos especÃficos, e também através de uma rede de serviços, de pontos de escuta e de estruturas de assistência social e pastoralâ€. O Papa deixou votos de que, rapidamente, se chegue a uma “gestão equilibrada dos fluxos migratórios e da mobilidade humana em geralâ€, começando com medidas concretas que favoreçam a emigração regular e as reunificações familiares, com particular atenção à s mulheres e menores. Segundo dados da ONU, os migrantes por motivos económicos são quase 200 milhões, os refugiados cerca de 9 milhões e os estudantes internacionais cerca de dois milhões. “A este grande numero de irmãos e irmãs devemos juntar os deslocados internos e os irregulares tendo presente que cada um, de uma maneira ou doutra, está ligado a uma famÃliaâ€, lembrou o Papa. Para Bento XVI, também no vasto campo das migrações internacionais, a pessoa humana deve ser sempre colocada no centro. “Somente o respeito da dignidade humana de todos os migrantes, por um lado, e o reconhecimento da parte dos próprios migrantes dos valores da sociedade que os acolhe, por outro, tornam possÃvel a integração justa das famÃlias nos sistemas sociais, económicos e polÃticos dos paÃses de acolhimentoâ€, apontou. A famÃlia migrante, concluiu, não deve “sofrer dilacerações irreparáveisâ€, mas “permanecer unida ou reunificar-se e cumprir a sua missão de berço da vida e primeiro âmbito de acolhimento e de educação da pessoa humanaâ€. (Com Rádio Vaticano) Migrações Share on Facebook Share on Twitter Share on Google+ ...