João Paulo II recomendou às paróquias católicas que façam da evangelização uma prioridade absoluta.
O Papa recebeu, no passado fim-de-semana, fiéis de quatro paróquias dos arredores de Roma, a quem pediu que as suas comunidades se caracterizem pelo “espírito de acolhimento”. As comunidades paroquiais de São Maximiliano Kolbe, São Patrício, Santa Margarita María Alacoque e Santa María Mediadora, como os bairros do Leste da Cidade de Roma, onde estão situadas, carecem de serviços fundamentais, reconheceu o seu Bispo.
Apesar da precariedade das estruturas, João Paulo II convidou as 10.000 pessoas reunidas na sala de audiências Paulo VI do Vaticano a reforçar o “constante esforço de evangelização”.
“Sede comunidades paroquiais abertas e acolhedoras”, afirmou, reconhecendo que nestes bairros de Roma são numerosos os imigrantes latino-americanos e polacos.
“Que estes irmãos e irmãs nossos se sintam amados como Cristo amou e como serviu a todo homem e mulher até o sacrifício de si mesmo. Este é o testemunho concreto da fé que toca o coração”, afirmou.
João Paulo II continua deste modo os encontros com as paróquias da “sua” diocese, que empreendeu desde o início do seu Pontificado. Desde que a sua saúde lhe dificulta as visitas às paróquias, são as próprias comunidades paroquiais que lhe fazem a visita no Vaticano.