O Vaticano manifestou a sua preocupação com a situação de “emergência” que vivem “milhões de imigrantes sem documentos”.
O Secretário do Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes (CPPMI), D. Agostino Marchetto, refere à Rádio Vaticano que é essencial “resolver” esta questão, reconhecendo os direitos destas pessoas.
Este responsável que em todo o mundo há mais de 5 milhões de apátridas, muitos dos quais crianças.
“Isto significa não ter nenhum direito, praticamente. Não podem ir à escola ou ter assistência médica, para além de outras consequências”, indica.
D. Marchetto diz que a Igreja deseja “incidir naquelas que são as políticas dos Estados, a começar pela União Europeia”.