A Santa Sé confirmou oficialmente que ainda não foram decididas as datas de uma possível viagem de João Paulo II à Mongólia.
«Posso confirmar que o Santo Padre foi convidado pelo Governo de Mongólia e pelo prefeito apostólico de Ulan Bator para realizar uma visita pastoral a esse país», declara Joaquín Navarro-Valls, porta-voz do Vaticano, em nota de imprensa divulgada esta terça-feira, 8 de Julho.
«O convite foi muito apreciado, mas tenho de afirmar que não foi tomada uma decisão sobre a data dessa viagem. Portanto, a notícia de uma visita à capital da Mongólia para o próximo mês de Agosto não é confirmada», acrescenta Navarro-Valls.
República asiática situada entre Rússia e China, a Mongólia conta com cerca de 2.600.000 habitantes, dos quais 96% são budistas, e 4% muçulmanos. Este país tem uma das menores comunidades católicas do mundo, que começou a surgir após o final do regime comunista nos anos noventa; actualmente conta com menos de duzentos católicos, que dependem da prefeitura apostólica de Ulan Bator, cujo prefeito é o sacerdote filipino Wencesla Padilla.