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Pelas vítimas de abusos – O Vídeo do Papa 3 – Março 2023

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Webinar Cabo Delgado: Prioridade às Pessoas

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No dia 14 de dezembro participe no Webinar Cabo Delgado: Prioridade às Pessoas

É já no dia 14 de dezembro, pelas 19h00 hora de Lisboa/ 21h00 em Maputo que se realiza o webinar Cabo Delgado: Prioridade às Pessoas, com a participação de D. António Juliasse, Administrador Apostólico de Pemba; Zenaida Machado, investigadora da Human Rights Watch; Ivone Soares, deputada e jornalista moçambicana; Isabel Santos, eurodeputada pelo grupo S&D; numa conversa moderada pela jornalista portuguesa Cândida Pinto.

A iniciativa pretende trazer para o espaço público a trágica situação humanitária vivida na província de Cabo Delgado, no Norte de Moçambique, na sequência do conflito armado em curso naquela região desde outubro de 2017.

Não queremos deixar cair em esquecimento que as ações violentas, levadas a cabo por grupos armados, têm resultado em intoleráveis assassinatos de cidadãos inocentes. Que até à data, morreram mais de 3100 pessoas e que se estimam 800.000 pessoas deslocadas, das quais 27% são mulheres e 52% são crianças, segundo da Organização Internacional para as Migrações.

Apesar da fuga e do apoio, estas populações vivem em situação de grande precaridade e vulnerabilidade uma vez que a ajuda humanitária continua a ser insuficiente para a dimensão da catástrofe.

É urgente uma ação que vá para além da intervenção militar, que se fundamente no desenvolvimento como garante da paz.

Esta é uma iniciativa da Cáritas PortuguesaCentro Missionário Arquidiocesano de Braga, Comissão Nacional Justiça e Paz, FEC – Fundação Fé e CooperaçãoFGS – Fundação Gonçalo da Silveira, e Rosto Solidário. Movidas pela defesa intransigente da dignidade humana as organizações promotoras vêm apelar ao reforço da vigilância de qualquer violação aos direitos humanos, ao incremento da ajuda humanitária e à promoção do desenvolvimento como meio de alcançar uma paz efetiva e duradoura.

Convidam também a que se juntem a este debate, fazendo a sua inscrição

O conhecimento e participação de todos é fundamental!

 

Cabo Delgado: prioridade às pessoas

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Cabo Delgado VF

Cabo Delgado: prioridade às pessoas

Organizações portuguesas lembram o início dos ataques em Cabo Delgado, Moçambique

11/ Outubro/ 2021

Outubro marca quatro anos desde o  início das ações violentas, levadas a cabo por grupos armados, em Cabo Delgado, Moçambique. Os ataques, recorrentes, macabros e hediondos, têm resultado em intoleráveis assassinatos de cidadãos inocentes naquela província no Norte de  Moçambique.

Desde o dia 5 de outubro de 2017, morreram 3100 pessoas e estimam-se 756.014 pessoas deslocadas, na sua maioria mulheres e crianças (27% e 52%, respetivamente, segundo dados da Organização Internacional para as Migrações) que, apesar da fuga e do apoio que recebem,  vivem em situações precárias e desumanas, de grande perigo e vulnerabilidade.

AS PESSOAS PRIMEIRO

O que nos mobiliza são os direitos humanos e a dignidade humana de todas as pessoas e de cada uma em concreto. 

Insistimos para  que quaisquer ações, objetivos e prioridades setoriais estejam ao serviço das pessoas. 

Apelamos  para que os deslocados tenham a possibilidade de regressar, em segurança, às suas casas e terras, de reconstruir a sua vida e de reorganizar a sua comunidade.

Exigimos que os direitos das pessoas deslocadas sejam garantidos e haja redobrada vigilância ativa contra toda e qualquer violação dos direitos humanos, por qualquer indivíduo ou forças de defesa e segurança, sejam elas de Moçambique, de outros países ou de empresas privadas. 

E lembramos que o Estado Moçambicano deve ser  sempre respeitado na sua soberania e que, tanto o Estado como a sociedade civil, devem ser prioritariamente apoiados na promoção e defesa dos seus cidadãos.

PRIORIDADE À AJUDA HUMANITÁRIA

A ajuda humanitária continua a ser insuficiente para a dimensão da catástrofe. A distribuição alimentar é insuficiente, havendo milhares de pessoas a passar fome; as condições sanitárias são insalubres e indignas; a saúde é precária; a integração escolar das crianças é escassa; as populações não têm meios de vida e continuam a viver na dependência da ajuda que não chega a todos.  

Por isso, apelamos a uma ação que vá para além da ação militar e que se fundamente no desenvolvimento como garante da paz.

PARA LÁ DA AÇÃO MILITAR, O DESENVOLVIMENTO COMO GARANTE DA PAZ

As causas do conflito estão intimamente ligadas com a pobreza e a falta de oportunidades com que a população de Cabo Delgado, especialmente as mulheres e os jovens, se confrontam no seu dia-a-dia, numa luta pela sobrevivência.

Exige-se, por isso, que a cooperação militar não seja encarada apenas como o fim do problema e o garante da paz, mas que seja compreendida como um primeiro passo, capaz de conduzir ao desenvolvimento integrado da região e à dignidade de cada pessoa, no respeito pelos direitos humanos. Só assim se garantirá a paz em Cabo Delgado.

Importa, ainda, que as estratégias do Governo Moçambicano e os acordos de cooperação, nomeadamente da União Europeia e dos seus Estados-membro, tenham efetivamente como prioridade a província de Cabo Delgado e as províncias vizinhas de Nampula, Niassa e Zambézia. É necessária uma abordagem descentralizada dos programas de desenvolvimento, envolvendo as autoridades provinciais e locais e também as organizações da sociedade civil. É essencial apoiar programas de emergência e pós-emergência, quer aos deslocados quer aos regressados, nas áreas da saúde, educação, abrigo e agricultura e outros meios de vida.

Entendemos que um processo para uma paz durável assenta no reforço do papel do Estado nos níveis provincial e local e do envolvimento das Organizações da Sociedade Civil.

Movidas pela defesa intransigente da dignidade humana que, sublinham, “não pode ser subjugada a qualquer tipo de interesses”, as organizações signatárias desta forma apelam ao reforço da vigilância de qualquer violação aos direitos humanos, ao incremento da ajuda humanitária e à promoção do desenvolvimento como meio de alcançar uma paz efetiva e duradoura, apelando em particular aos meios de comunicação social, pedindo que “informem sobre a crise humanitária de Cabo Delgado e investiguem as diferentes causas desta violência, evitando leituras parcelares.”

 

Amnistia Internacional
AMU - Ações para um Mundo Unido
APOIAR, ONGD
Associação Portuguesa de Solidariedade Mundo Unido João Paulo II
AVOAR
Cáritas Portuguesa
Centro Missionário Arquidiocesano de Braga
CIDAC
Comissão Nacional Justiça e Paz
Conferência Episcopal Portuguesa
Fundação Ajuda à Igreja que Sofre
Fundação Champagnat
Fundação Fé e Cooperação
Fundação Gonçalo da Silveira
Grupo Missão Mundo
Instituto Marquês de Valle Flôr
JRS Portugal – Serviço Jesuíta aos Refugiados
Juventude Mariana Vicentina Portugal
Karingana Wa Karingana
LOC – Liga Operária Católica
Missões Carmelitas
O Grão
OMAS – Leigos Boa Nova
PAR – Plataforma de Apoio aos Refugiados
Plataforma Portuguesa das ONGD
PROCURA - Missões Claretianas
Província Nossa Senhora do Rosário da Congregação das Irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena
Província Portuguesa da Congregação do Espírito Santo
Província Portuguesa da Congregação das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus
Província Portuguesa da Congregação da Missão (Padres Vicentinos)
Província Portuguesa da Companhia de Jesus
Província Portuguesa das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo
Rosto Solidário
Sol sem Fronteiras – Associação de Solidariedade Jovem Sem Fronteiras
SOPRO – Solidariedade e Promoção
União Missionária Franciscana
VIDA

 

Cabo Delgado: prioridade às pessoas

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Cabo Delgado: prioridade às pessoas

Organizações portuguesas lembram o início dos ataques em Cabo Delgado, Moçambique

11/ Outubro/ 2021

Outubro marca quatro anos desde o  início das ações violentas, levadas a cabo por grupos armados, em Cabo Delgado, Moçambique. Os ataques, recorrentes, macabros e hediondos, têm resultado em intoleráveis assassinatos de cidadãos inocentes naquela província no Norte de  Moçambique.

Desde o dia 5 de outubro de 2017, morreram 3100 pessoas e estimam-se 756.014 pessoas deslocadas, na sua maioria mulheres e crianças (27% e 52%, respetivamente, segundo dados da Organização Internacional para as Migrações) que, apesar da fuga e do apoio que recebem,  vivem em situações precárias e desumanas, de grande perigo e vulnerabilidade.

AS PESSOAS PRIMEIRO

O que nos mobiliza são os direitos humanos e a dignidade humana de todas as pessoas e de cada uma em concreto. 

Insistimos para  que quaisquer ações, objetivos e prioridades setoriais estejam ao serviço das pessoas. 

Apelamos  para que os deslocados tenham a possibilidade de regressar, em segurança, às suas casas e terras, de reconstruir a sua vida e de reorganizar a sua comunidade.

Exigimos que os direitos das pessoas deslocadas sejam garantidos e haja redobrada vigilância ativa contra toda e qualquer violação dos direitos humanos, por qualquer indivíduo ou forças de defesa e segurança, sejam elas de Moçambique, de outros países ou de empresas privadas. 

E lembramos que o Estado Moçambicano deve ser  sempre respeitado na sua soberania e que, tanto o Estado como a sociedade civil, devem ser prioritariamente apoiados na promoção e defesa dos seus cidadãos.

PRIORIDADE À AJUDA HUMANITÁRIA

A ajuda humanitária continua a ser insuficiente para a dimensão da catástrofe. A distribuição alimentar é insuficiente, havendo milhares de pessoas a passar fome; as condições sanitárias são insalubres e indignas; a saúde é precária; a integração escolar das crianças é escassa; as populações não têm meios de vida e continuam a viver na dependência da ajuda que não chega a todos.  

Por isso, apelamos a uma ação que vá para além da ação militar e que se fundamente no desenvolvimento como garante da paz.

PARA LÁ DA AÇÃO MILITAR, O DESENVOLVIMENTO COMO GARANTE DA PAZ

As causas do conflito estão intimamente ligadas com a pobreza e a falta de oportunidades com que a população de Cabo Delgado, especialmente as mulheres e os jovens, se confrontam no seu dia-a-dia, numa luta pela sobrevivência.

Exige-se, por isso, que a cooperação militar não seja encarada apenas como o fim do problema e o garante da paz, mas que seja compreendida como um primeiro passo, capaz de conduzir ao desenvolvimento integrado da região e à dignidade de cada pessoa, no respeito pelos direitos humanos. Só assim se garantirá a paz em Cabo Delgado.

Importa, ainda, que as estratégias do Governo Moçambicano e os acordos de cooperação, nomeadamente da União Europeia e dos seus Estados-membro, tenham efetivamente como prioridade a província de Cabo Delgado e as províncias vizinhas de Nampula, Niassa e Zambézia. É necessária uma abordagem descentralizada dos programas de desenvolvimento, envolvendo as autoridades provinciais e locais e também as organizações da sociedade civil. É essencial apoiar programas de emergência e pós-emergência, quer aos deslocados quer aos regressados, nas áreas da saúde, educação, abrigo e agricultura e outros meios de vida.

Entendemos que um processo para uma paz durável assenta no reforço do papel do Estado nos níveis provincial e local e do envolvimento das Organizações da Sociedade Civil.

Movidas pela defesa intransigente da dignidade humana que, sublinham, “não pode ser subjugada a qualquer tipo de interesses”, as organizações signatárias desta forma apelam ao reforço da vigilância de qualquer violação aos direitos humanos, ao incremento da ajuda humanitária e à promoção do desenvolvimento como meio de alcançar uma paz efetiva e duradoura, apelando em particular aos meios de comunicação social, pedindo que “informem sobre a crise humanitária de Cabo Delgado e investiguem as diferentes causas desta violência, evitando leituras parcelares.”

 

Amnistia Internacional

AMU - Ações para um Mundo Unido

APOIAR, ONGD

Associação Portuguesa de Solidariedade Mundo Unido João Paulo II

AVOAR

Cáritas Portuguesa

Centro Missionário Arquidiocesano de Braga

CIDAC

Comissão Nacional Justiça e Paz

Conferência Episcopal Portuguesa

Fundação Ajuda à Igreja que Sofre

Fundação Champagnat

Fundação Fé e Cooperação

Fundação Gonçalo da Silveira

Grupo Missão Mundo

Instituto Marquês de Valle Flôr

JRS Portugal – Serviço Jesuíta aos Refugiados

Juventude Mariana Vicentina Portugal

Karingana Wa Karingana

LOC – Liga Operária Católica

Missões Carmelitas

O Grão

OMAS – Leigos Boa Nova

PAR – Plataforma de Apoio aos Refugiados

Plataforma Portuguesa das ONGD

PROCURA - Missões Claretianas

Província Nossa Senhora do Rosário da Congregação das Irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena

Província Portuguesa da Congregação do Espírito Santo

Província Portuguesa da Congregação das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus

Província Portuguesa da Congregação da Missão (Padres Vicentinos)

Província Portuguesa da Companhia de Jesus

Província Portuguesa das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo

Rosto Solidário

Sol sem Fronteiras – Associação de Solidariedade Jovem Sem Fronteiras

SOPRO – Solidariedade e Promoção

União Missionária Franciscana

VIDA

 

“As Mulheres Afegãs Existem. Juntos Somos Mais fortes!”

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Comunicado de Imprensa

“As Mulheres Afegãs Existem. Juntos Somos Mais fortes!” - O movimento Economia de Francisco em Portugal associa-se a iniciativa internacional

Corajosamente, grita-se pelas ruas de Cabul “As mulheres afegãs existem!”. É um grito que clama pelo nosso apoio e do mundo. Em Portugal, o movimento Economia de Francisco juntamente com a Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), Rede Cuidar da Casa Comum, Comissão Nacional de Justiça e Paz, Meeru - Abrir Caminho, AMU Portugal - Ações para um Mundo Unido, Economia de Comunhão Portugal, Capela do Rato e Universidade Católica Portuguesa associa-se a uma iniciativa global que quer responder a tão urgente apelo.

 As mulheres e meninas afegãs são novamente privadas de direitos e de liberdade. Não podendo permanecer indiferentes perante tudo o que está a acontecer, a Economia de Francisco, movimento internacional com presença também em Portugal, lança uma ação global a 28 de agosto, com a organização de marchas, gestos simbólicos pelas ruas e pelas praças de diversas cidades espalhadas pelo mundo, procurando fazer eco do grito:

“As mulheres afegãs existem”. Together we stand.

Em Portugal, com o apoio de a Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), Rede Cuidar da Casa Comum, Comissão Nacional de Justiça e Paz, Meeru - Abrir Caminho, AMU Portugal - Ações para um Mundo Unido, Economia de Comunhão Portugal, Capela do Rato e Universidade Católica Portuguesa, o grupo da Economia de Francisco associa-se a esta ação global, através da comunicação nas suas redes sociais com as hashtags #AfghanWomenExist, #TogetherWeStand, #AfghanistanIsCalling, e tem ainda a intenção de organizar um evento para dar voz às mulheres refugiadas bem como ao papel das mulheres na construção de uma economia mais humana e sustentável, a realizar no âmbito do evento internacional da Economia de Francisco que se vai realizar online e a nível local a 2 de outubro deste ano.

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Design: Cristian Camargo. EoF youth from Argentina. 

MATERIAIS DE COMUNICAÇÃO
https://francescoeconomy.org/afghan-women-exist-together-we-stand-august-28-eof-global-march/
https://www.facebook.com/francescoeconomy