Comissão Nacional Justiça e Paz

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Iniciativas

CDJP COIMBRA PROMOVE COLÓQUIO "A ÁGUA NUM PLANETA EM CRISE"

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Colóquio A ÁGUA NUM PLANETA EM CRISE dia 27 de Maio às 17h00, resultado de parceria entre a Comissão Diocesana Justiça e Paz de Coimbra, Ordem dos Engenheiros e Instituto Superior de Engenharia de Coimbra.

A Comissão Diocesana entendeu por bem apadrinhar este projecto na sequência do documento "Aqua Fons Vitae símbolo do grito dos pobres e do grito da terra" do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral.  

Programa
- Água fonte da vida, Santos Cabral,  Comissão Diocesana Justiça e Paz
- Crise hídrica Global, Silva Afonso, Ordem dos Engenheiros
- Vulnerabilidade da água e mudança climática, Isabel Lança
- Estratégia nacional da água, Pedro Afonso, ISEC 
  Moderador: João Rebelo

 

Água CDJP Coimbra

 
 
 

Departamento Justiça e Paz de Lamego - Jornada de Formação

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JORNADAS Lamego
O Departamento Diocesano Justiça e Paz  e o Departamento Diocesano para a Vida e Ministério dos Sacerdotes da Diocese de Lamego, vão levar a cabo uma ação de formação sobre Violência Doméstica e sobre o Regulamento Geral de Proteção de Dados, no próximo dia 2 de dezembro pelas 9h30 no Seminário de Lamego. Incrições através do link
 
 

Conferência «Um planeta doente-Uma economia que mata», Reflexão e Propostas

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 Cartaz Um Planeta Doente
Reflexão 

I-Introdução

Criada “a fim de desenvolver o estudo, a reflexão e a ação em favor do bem integral da pessoa humana” a Comissão Justiça e Paz da Diocese de Coimbra (CDJP) tem no seu horizonte o pronunciamento público sobre “as alegrias e esperanças, dores e angústias” que vivem os homens nossos concidadãos. Em razão das grandes mudanças que estão a acontecer no mundo, da reflexão interna da CDJP sobre as mesmas e da frescura introduzida no discurso pelo Papa Francisco, vimos propor a presente reflexão, que se inscreve historicamente na linha de duas outras mensagens desta Comissão, já de há alguns anos atrás - “Trabalho digno para todos” (dezembro 2013) e “Esperança e Critérios de Vida” (junho, 2010),

É uma reflexão que partilhamos com todas as pessoas, cidadãos e cidadãs co-construtores connosco da ‘cidade’ e do ‘tempo’ que vivemos. Mas é uma reflexão nascida no seio de uma comissão com uma especificidade eclesial, inserida numa Igreja concreta, a Igreja Diocesana de Coimbra e, portanto, uma reflexão informada e comprometida com a visão desta.

Noutros espaços, e com a parceria de muitos outros organismos e instituições, temos apresentado ou reproposto uma reflexão sobre diferentes circunstâncias mais particulares e, em certo sentido, mais próximas.[1] Queremos com esta Mensagem, diferentemente, olhar mais largo e mais longe, percecionar o mundo como um todo, para tomar consciência de quanto lhe pertencemos, de quanto o influenciamos e de quanto o que nele ocorre nos afeta também.

É, naturalmente, uma reflexão ética. São hoje muitas as vozes – entre as quais e com particular acuidade a do Papa Francisco – a sublinharem a necessidade desta reflexão, na convicção crescente de que a técnica separada da ética corre o risco de se virar contra o próprio homem.

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ÉTICA E CRIMINALIDADE ECONÓMICA E FINANCEIRA Conclusões

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Ética e Criminalidade Económica e Financeira

A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Coimbra e a Associação Cristã de Empresários e Gestores, Núcleo da Região de Coimbra, na sequência de debate ocorrido no dia 24 de Junho de 2019, no Instituto Justiça e Paz de Coimbra, entendem como pertinente, e justo, formular as seguintes conclusões:

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"Prisão: o lugar do outro" Coimbra, 15 Maio

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Prisão o lugar do outro 6

                                        Conclusões

  1. A prisão é uma inevitabilidade e uma conquista civilizacional no combate ao crime por comparação com as penas de matriz física.

  2. Todavia, a fixação da sua duração deve ser proporcional e diferenciada face ao bem jurídico pela norma violada.

  3. Os excessos de duração da pena de prisão conjunta em crimes contra o património devem implicar a consideração de limites máximos legais, a fim de servir de fio condutor ao aplicador de direito.

  4. A recuperação do delinquente deve ser a finalidade primordial da execução da pena de prisão e iluminar a actuação de Juízes e Magistrados do Ministério Público.

  5. Deve aprofundar-se o papel dos advogados em sede de execução da pena de prisão, a fim de dotar os reclusos da plena de consciência dos seus direitos, designadamente de forma a possibilitar o pleno acesso a mecanismos de flexibilização da aludida pena.

  6. O acompanhamento da execução da pena de prisão e da liberdade condicional por parte dos técnicos de reinserção social emerge como fundamental para a recuperação do condenado.

  7. A punição só faz sentido se encarada como início da etapa da ressocialização do condenado.

Coimbra, 15 de Maio de 2019  

 


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