Comissão Nacional Justiça e Paz

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Notícias

JUBILEU DO MUNDO DO TRABALHO

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A Comissão Nacional Justiça e Paz uniu-se à Diocese de Lisboa e às organizações de profissionais católicos para celebrar o Jubileu do Mundo do Trabalho.
 
Será uma manhã de testemunhos e reflexões sobre os desafios de todos aqueles que querem viver plenamente a Fé no mundo empresarial e, dessa forma, transformar a sociedade.
 
Contamos consigo! Inscreva-se.
 
MUNDO DO TRABALHO cartazMUNDO DO TRABALHO programa
 

10 anos da Laudato Si'

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10 Anos Laudato Si cartaz site
 
Em 2015, dois marcos transformaram a resposta global à crise ecológica: a encíclica Laudato Si’ do Papa Francisco, que introduziu o paradigma da ecologia integral e apelou a uma conversão ecológica universal, e o Acordo de Paris, que comprometeu os países a limitar o aquecimento global.
 
Dez anos depois, entre guerras, crises sociais e ecológicas e uma economia que continua a excluir, o grito da terra e dos pobres permanece ensurdecedor. Ainda assim, os frutos da Laudato Si’ florescem em comunidades, organizações e movimentos que cultivam a justiça climática, uma cultura de cuidado e uma espiritualidade ecológica.
 
No seu 10.º aniversário, e em tempo de Jubileu da Esperança, com oradores convidados como Elena Lasida – economista e professora universitária – e Austen Ivereigh – escritor, jornalista e biógrafo do Papa Francisco –, e com testemunhos de organizações que estão a viver este caminho, queremos celebrar o que foi feito, escutar os desafios do presente e sonhar em conjunto os próximos 10 anos da Laudato Si’.
 
Junte-se a nós, no dia 25 de outubro, na Casa Velha, em Vale Travesso, Ourém. Há futuro e alegria em habitar e cuidar da Casa Comum!
 
Com alegria e esperança,
A equipa da Casa Velha
 
Este evento é uma parceria entre:
Casa Velha · Universidade Católica Portuguesa · Comissão Justiça e Paz · Rede Cuidar da Casa Comum · Movimento Laudato Si’ · Companhia de Jesus · Escravas do Sagrado Coração de Jesus. E com a colaboração dos parceiros de comunicação: Ponto SJ e Agência Ecclesia.
 

Programa

  • 10h/10h30 - Chegada e Acolhimento
  • 11h - Boas Vindas
  • 11h15 - Oradores convidados - Elena Lasida e Austen Ivereigh - partilham sobre a importância da Laudato Si´ para a Igreja e para o Mundo; que caminhos se abrem para o futuro
  • 12h15 - Rodas de escuta: partilha de ecos
  • 13h - Almoço convívio
  • 15h - Laudato Si’ em ação
  • 17h - Lanche
  • 18h30 - Oração com a Criação
  • 19h15 - Encerramento
Inscrições e pagamento aqui, até dia 20 outubro .

Valor da inscrição (inclui almoço e lanche): 30 € (20 € para estudantes e pessoas desempregadas).
 
 

MANTER VIVA A ESPERANÇA

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Terra Santa VF

Por ocasião do aniversário do ataque do Hamas a Israel, de 7 de outubro de 2023, a Comissão Nacional Justiça e Paz considera oportuno divulgar a seguinte declaração do patriarca emérito de Jerusalém Michel Sabbah e dos membros do grupo Christian Reflection (com sede em Jerusalém), que traça as raízes do conflito no Médio Oriente, cujas raízes religiosas nega, e em relação ao qual apela à intervenção da comunidade internacional para uma paz justa e duradoura, para além das barreiras de cada identidade (o texto original pode ser consultado na página web da Conferência Episcopal Sul-Africana https: //sacbc.org.za/christian-reflection-from-jerusalem/)

MANTER VIVA A ESPERANÇA

Depois de um ano de guerra incessante, enquanto o ciclo de morte continua imparável, sentimos a necessidade, como cristãos e como cidadãos, de procurar a esperança que vem da nossa fé.

Primeiro, devemos admitir que estamos exaustos, paralisados pela dor e pelo medo. O nosso olhar está fixado na escuridão. Toda a região está tomada por um derramamento de sangue que continua a crescer e não poupa ninguém. Diante dos nossos olhos, a nossa querida Terra Santa e toda a região estão reduzidas a ruínas.

Todos os dias lamentamos as dezenas de milhares de homens, mulheres e crianças que foram mortos ou feridos, especialmente em Gaza, mas também na Cisjordânia, em Israel, no Líbano e noutros locais, na Síria, no Iémen, no Iraque e no Irão. Estamos indignados com a devastação causada em toda esta área.

Em Gaza, casas, escolas, hospitais e bairros inteiros são agora montes de escombros. A doença, a fome e o desespero reinam supremos. Será este o modelo daquilo em que a nossa região se há de tornar? À nossa volta, a economia está em ruínas, o acesso ao emprego está bloqueado e as famílias lutam para colocar comida na mesa. Em Israel, muitos estão de luto, vivendo em ansiedade e medo. Tem de haver outro caminho!

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Combate à pobreza e construção dos próximos 50 anos de Democracia e Liberdade

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Lisboa, 29 abr 2024 (Ecclesia) – A docente universitária Maria d’Oliveira Martins, membro da Comissão Nacional de Justiça e Paz (CNJP), considera que as desigualdades sociais e a pobreza condicionam a liberdade de milhões de pessoas em Portugal, 50 anos depois do 25 de Abril.

“As desigualdades são, ainda hoje, condicionadoras da liberdade, condicionadoras do futuro, condicionadoras das possibilidades de uma vida digna, e muitas vezes estas desigualdades prendem as pessoas a ciclos de pobreza”, refere a professora de Finanças Públicas e Direito Constitucional na Universidade Católica Portuguesa, em entrevista à Agência ECCLESIA.

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JUSTIÇA E PAZ NA UCRÂNIA por Pedro Vaz Patto

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Ucrania

JUSTIÇA E PAZ NA UCRÂNIA*

Já lá vai o tempo em que por muitos cantos das nossas cidades e vilas se viam bandeiras azuis e amarelas como sinal de solidariedade com o povo ucraniano, vítima da agressão do exército russo. Em que simples cidadãos espontaneamente se dirigiam à fronteira polaca para acolher refugiados que depois traziam para o nosso país. Desde há décadas que não se via na Europa um tal êxodo de pessoas em fuga da guerra e uma tão generosa vaga de solidariedade para com elas, desde os países vizinhos aos mais distantes, como o nosso.

Saíram da Ucrânia cerca de 6 milhões de refugiados e são cerca de 3,6 milhões os deslocados internos.

Passados dois anos, parece que essa vaga de solidariedade esmoreceu. A guerra continua e o invasor vai ganhando terreno. A economia europeia e mundial ressente-se. Outra guerra desvia a atenção desta. O cansaço leva políticos e cidadãos a pensar em desistir de apoiar a Ucrânia.

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