Texto da autoria de Pedro Vaz Patto sobre o debate da Iniciativa Legislativa de Cidadãos “Lei de apoio à maternidade e paternidade - do direito a nascer”:
Há quem diga que esta questão ficou encerrada com o referendo de 2007 e que é hoje pacífica. A vivacidade (ou a violência) do debate a que assistimos revela o contrário. Mas não era intenção da iniciativa legislativa em causa reacender essa questão, como se vê pelo conteúdo da Lei aprovada. Era o de estabelecer pontes, em torno de um objetivo comum de apoio à maternidade e paternidade. Os opositores a essa iniciativa acusaram os seus proponentes de “fundamentalismo” e “extremismo”. Mas onde está o “extremismo”? Na proposta que foi aprovada, ou a quem a ela se opôs tão violentamente?





