Ao participar na cerimónia das exéquias do D. Manuel Martins, Bispo Emérito de Setúbal, na passada terça-feira, dia 26 de Setembro, com o coração consternado, não pude deixar de me sentir um privilegiado pelo facto de me poder contar entre os seus amigos.
Alguns meses após a entrada do D. Manuel em Setúbal, primeiro por causa da elaboração dos Estatuto da Assembleia Diocesana e depois pelo facto de ser sido nomeado por ele para a Comissão Diocesana Justiça e Paz, tive a oportunidade de conhecer uma «figura» que contribuiu para consolidar traços importantes da minha postura como Cristão e como Homem.





