Comissão Nacional Justiça e Paz

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POR UM DESCANSO QUE SOBREVIVA ÀS FÉRIAS

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Por um descanso que sobreviva às férias

Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Braga

Verão 2023

O tempo de férias está a chegar, ou já chegou, para muitos. Para alguns, é, por isso, tempo de trabalho redobrado. As férias de uns são, como se sabe, o trabalho de outros. E há ainda aqueles para quem este não é tempo de férias nem de trabalho.

Não é invulgar as férias serem um antónimo de descanso, um acréscimo de trabalho. Vivemos, aliás, um período histórico em que as fronteiras entre trabalho e descanso se têm diluído. Esse foi para muitos trabalhadores um efeito da crise mundial de saúde pública. O trabalho à distância, possível graças à Internet e às novas tecnologias, veio alterar – ou acelerar a alteração – dos ritmos convencionais, estabelecendo um contínuo onde antes havia barreiras. O emprego ocupou a casa, que era até há pouco lugar de descanso, mesmo que algo permeável a algum trabalho ocasional.

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Invasão da Ucrânia - Nota da Comissão Diocesana Justiça e Paz

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                                                             Nota da Comissão Diocesana Justiça e Paz de Coimbra

A invasão da Ucrânia pela Rússia afronta todas as normas de direito internacional, provocando uma imensa onda de morte, destruição e dor.

Perante tal facto entende a Comissão Diocesana Justiça e Paz dever:

- Louvar a força de uma sociedade da sociedade civil que, em toda a Europa, se mobiliza numa solidariedade infinda que é um sinal de esperança no futuro.

- Enaltecer a forma como o povo português tem correspondido às exigências de um momento de crise, e catástrofe humanitária, sem paralelo na história recente, manifestando a sua solidariedade numa multiplicidade de formas.  

A corrente de esperança que tal mobilização representa não pode ser desperdiçada pela falta de organização ou pela proverbial burocracia. Importa que tais esforços, e boas vontades, sejam globalmente coordenados nos diversos planos (Local, regional, nacional) e nas suas múltiplas vertentes, que vão desde o alojamento; à escola e ao trabalho, proporcionando uma resposta pronta e eficiente .

Releva que o Grupo Operativo Único, coordenado pelo Alto Comissariado para as Migrações e pelo Instituto de Segurança Social, bem como o agora criado “Portugal for Ukrania”, tenham capacidade, e empenho, para um afluxo de requerentes que de tudo são carentes.

A integração destes refugiados na sociedade portuguesa, com a necessária dignidade, é uma tarefa que compete a todos nós, indo perdurar no tempo.

- Saudar a denuncia apresentada pelo Governo Português, em conjunto com outros 37 Estados, no Tribunal Penal Internacional no pretérito  dia 2 de  Março, ao abrigo dos artigos 13 e 14 do Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, visando a investigação de crimes de guerra e contra a Humanidade cometidos na Ucrânia.

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DIGA "TRINTA E TRÊS"! Comissão Diocesana Justiça e Paz de Santarém

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Sé Santarém

Diga “trinta e três”!

 Ora diga “trinta e três”!

Três, dois, um e… diga lá!

Um só número manifestado em dois iguais que, por sinal, na unidade e dezena é o número três!

Aqui invocamos o mistério trinitário (na sua unidade) e os trinta e três os anos de Jesus peregrino nesta nossa humanidade para nela e com ela realizar a aliança eterna de amor que a salva!

Também já deve ter surgido à memória aquela vulgar experiência na qual um médico ou médica, para avaliar o estado de saúde do nosso sistema respiratório, encosta o estetoscópio no peito ou nas costas e repetidamente solicita: “diga trinta e três”. E vivendo ainda sob uma pandemia que ataca severamente, precisamente, o humano sistema respiratório a ponto de poder matar… começámos com este pequeno “exercício de brincadeira” para vos dizer como somos gente situada e bem disposta e, sobretudo, disposta ao Bem!

Então, e desde já, fixemos o número trinta e três e… avancemos.

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Proibição de Armas Nucleares – exigência da Paz

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                                           Proibição de Armas Nucleares – exigência da Paz

                                                      Nota da Comissão Diocesana Justiça e Paz de Coimbra

Hoje, 22 de janeiro de 2021, pelas 00 horas, entrou em vigor o Tratado Internacional de Proibição de Armas Nucleares. Culminando um trabalho de cinco anos na ONU o mesmo Tratado representa o primeiro instrumento multilateral juridicamente vinculante para o desarmamento nuclear.

É um começo de caminho, mas é, simultaneamente, um passo gigantesco para a Humanidade. Culmina um movimento mundial de consciencialização sobre consequências catastróficas das consequências do uso das armas nucleares com a potencial aniquilação do Homem.

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SER SOLIDÁRIO! Nota da CDJP de Coimbra

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                                                                                       CDJP Coimbra logo

                                                              SER SOLIDÁRIO!

                                                Nota da Comissão Diocesana Justiça e Paz de Coimbra

Decorreu cerca de um ano desde o momento em que o Mundo se viu confrontado, inesperadamente, com os primeiros sinais de uma forma microscópica de vida que transformou o nosso Universo. Desde então a realidade em que vivíamos mudou radicalmente à escala global e cada um de nós alterou a sua forma de estar e de ser.

Os Estados, embora de modo titubeante, como cada um de nós, mobilizaram-se para enfrentar as dramáticas consequências sociais e económicas de um abalo telúrico com epicentro na pandemia. Porém, para além desse papel fulcral, é importante que se reconheça a importância das organizações e instituições da sociedade civil, em particular, de solidariedade social, que  constituem um autêntico dique de contenção no “tsunami” que nos invadiu.    

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