Comissão Nacional Justiça e Paz

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Dioceses

A crise climática global e o apelo urgente do Papa Francisco

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A crise climática global e o apelo urgente do Papa Francisco 
Reflexão sobre a Exortação Apostólica Laudate Deum

Organização: Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Braga

 
Reflexão Braga
 

Comissão Diocesana de Viana do Castelo

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O Centro Pastoral Paulo VI, em Darque, vai acolher, no dia 18 de novembro, a conferência "Quem é o teu próximo". A iniciativa, promovida pela Comissão Diocesana de Justiça e Paz, integra as Jornadas Diocesanas de Pastoral.

VIANA

O programa, que decorre entre as 9h00 e as 17h00, inicia-se com uma saudação do presidente da Comissão Diocesana, José Luís Carvalhido da Ponte, e segue com uma conferência sobre "O papel das Comissões Diocesanas de justiça e Paz na construção de uma sociedade mais justa e pacífica" moderado pelo presidente da Comissão Nacional de Justiça e Paz, Pedro Vaz Patto. Peas 10h00, tomará a palavra o teólogo italiano, Enzo Bianchi, que abordará o tema "Que Humanidade para este século?".

Ao final da manhã, pelas 11h30, há mesa redonda sob o mote "Que políticas para a construção de uma sociedade mais justa e pacífica?" A mesa será moderada pela advogada Ana Palhares e os participantes serão: Carlota Borges, vereadora da Coesão Social, Habitação, Juventude e Serviços Urbanos; Sofia Rodrigues, vice-presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo; e Manuel Cinha Júnior, presidente da Associação Empresarial de Viana do Castelo.

Ás 14h30 há mais uma mesa redonda. Sob o mote "O papel das crianças e dos jovens na construção de uma sociedade mais justa e pacífica", a mesa será moderada pela psicóloga e investigadora da U. Lusíada Sónia Pires de Lima Rodrigues e os participantes serão: Mariana Branco, gestão industrial / analista de dados em marketing - seguros; Sofia Laranjo Valente, consultora fiscal/economista; e João Pedro Ferreira, diretor corporativo de inovação no “Grupo ACA”.

Já pelas 15h30, a conferência "O papel da Educação para a Cidadania na construção de uma sociedade mais justa e pacífica" está a cargo de Isabel Menezes, FPCE da Universidade do Porto, e a conferência "Verdade, Ciência e Vida - Uma Questão de Valores?" está a cargo de Laborinho Lúcio, juiz conselheiro do STJ, Jubilado.

O encerramento estará a cargo do Bispo diocesano, D. João Lavrador.

A conferência "Quem é o teu próximo?" tem um custo de cinco euros. A inscrição pode ser feita por email (justicaepazviana.pt), pela página de Facebook (justicaepazviana) ou usando o QRcode do cartaz.

 

Comissão Diocesana de Coimbra

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No próximo dia 9 de Novembro pelas 14,30 horas terá lugar no Salão Nobre do Tribunal da Relação de Coimbra  um colóquio subordinado ao tema "Inteligência Artificial: O Desafio e a Ameaça”

A organização do evento é da responsabilidade da Comissão Diocesana Justiça e Paz, numa parceria com a Presidência do Tribunal da Relação de Coimbra e com o Conselho Distrital da Ordem dos Advogados e  são intervenientes o Engenheiro Gonçalo Quadros; o Professor Doutor Miguel Castelo Branco; os Drs Jorge Marques e João Ferreira; a Professora Doutora Susana Aires de Sousa; o Padre Nuno Santos e o Dr.Jorge Leitão. 

Coimbra

 

 

 

POR UM DESCANSO QUE SOBREVIVA ÀS FÉRIAS

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Por um descanso que sobreviva às férias

Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Braga

Verão 2023

O tempo de férias está a chegar, ou já chegou, para muitos. Para alguns, é, por isso, tempo de trabalho redobrado. As férias de uns são, como se sabe, o trabalho de outros. E há ainda aqueles para quem este não é tempo de férias nem de trabalho.

Não é invulgar as férias serem um antónimo de descanso, um acréscimo de trabalho. Vivemos, aliás, um período histórico em que as fronteiras entre trabalho e descanso se têm diluído. Esse foi para muitos trabalhadores um efeito da crise mundial de saúde pública. O trabalho à distância, possível graças à Internet e às novas tecnologias, veio alterar – ou acelerar a alteração – dos ritmos convencionais, estabelecendo um contínuo onde antes havia barreiras. O emprego ocupou a casa, que era até há pouco lugar de descanso, mesmo que algo permeável a algum trabalho ocasional.

Continuar...
 

Colóquio «Justiça e Equidade Ambiental»

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Cartaz Justica e Equidade Ambiental

Reflectir sobre a justiça e a equidade ambientais

Na sua missão de problematizar os problemas sociais na relação com o ambiente natural, os membros da Comissão Diocesana Justiça e Paz (CDJP), considerando o período que vivemos em torno dos problemas da Terra – a propósito do recente passado Dia da Terra -, vão organizar, no próximo dia 5 de Maio, às 21h00, no Auditório Municipal Paulo de Quintela, um colóquio sobre o tema Justiça e Equidade Ambiental. A sessão é presencial, aberta a todas as pessoas, mas também pode ser acompanhada pela Plataforma Zoom e o link será publicitado no jornal Mensageiro de Bragança no próximo dia 5 e ainda por meios informáticos.

Considerada por muitos autores como um critério fundamental da realização da Justiça por permitir aplicar a casos concretos uma lei geral e universal, a equidade salvaguarda a garantia do direito à igualdade, quer pela estruturação de processos que tornem a igualdade viável quer pelo recurso à ponderação da situação da pessoa ou caso numa escala de valores.

Nesta linha e recorrendo a uma metáfora, a equidade é diferente da igualdade porquanto esta obriga todas as pessoas a calçar sapatos do mesmo tamanho e a equidade propicia bem-estar e funcionalidade através de diferentes tamanhos, formas e cores. Ou, através de outra metáfora, imaginemos uma corrida em que obrigamos todas as pessoas a usar uma bicicleta igual e, neste caso, muitas não atingirão a meta, e outra corrida em que deixamos liberdade às pessoas para usarem a bicicleta que quiserem, permitindo a todas atingir a meta.

No contexto dos dois objetivos que se propõe – 1) evidenciar as más práticas dos seres humanos no uso e fruição dos recursos naturais, atribuindo riqueza e bem-estar a alguns e pobreza e sofrimento à maioria, ao mesmo tempo que os primeiros degradam os ambientes naturais e causam sofrimento aos segundos e ao mesmo Planeta – e 2) propor estratégias para uma humanidade mais justa e mais equitativa no uso dos recursos e na preservação dos ambientes naturais -, os membros da CDJP propõem-se ir ao encontro dos principais desígnios dos últimos três grandes documentos do Papa Francisco (encíclicas «Laudato Si» (2015) e «Fratelli Tutti» (2021) e Exortação «Querida Amazónia» (2020) propondo uma acção humana mais preservadora do ambiente e mais equitativa e mais justa entre os homens à superfície da Terra.

Para o efeito, o Professor Doutor Henrique Ferreira, especialista em Filosofia Social e Política, exporá as origens do conceito de fraternidade universal na Encíclica Fratelli Tutti e como ele se articula com os outros dois documentos referidos do Papa Francisco evidenciando ainda a importância da doutrina cristã na construção da dogmática e da axiologia dos direitos humanos.

A Professora Doutora Maria da Conceição Martins, especialista em questões ambientais, exporá casos e problemas de degradação ambiental e de desigualdade social nas más práticas ambientais e nas relações económicas assimétricas e iníquas que delas emanam.

O Dr. José Pereira, Presidente da Associação Palombar, sedeada em Uva, Vimioso, exporá os objetivos, princípios organizativos e práticas que os membros daquela Associação têm implementado na construção de uma cidadania ambiental, através de variados programas de desenvolvimento da mesma cidadania.

E também o Dr. Carlos Mendes, Presidente da Associação Terras Quentes, sedeada em Macedo de Cavaleiros, fará uma exposição sobre os objetivos, princípios e práticas na construção do conhecimento dos patrimónios arqueológico, cultural e ambiental e na divulgação e dinamização do conhecimento e uso desses patrimónios pelas comunidades concelhia, regional, nacional e internacional.

Esperamos por si.

 

 


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